Archive for the 'inglês' Category



Sai edital do PNLD 2015 com previsão de obras digitais

O edital para inscrição de obras didáticas do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) referente ao ano letivo de 2015, destinadas aos alunos e professores do ensino médio da rede pública, foi publicado nesta quarta-feira, 16, no portal do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

As editoras poderão apresentar obras multimídia, reunindo livro impresso e livro digital. A versão digital deve trazer o mesmo conteúdo do material impresso mais os objetos educacionais digitais, como vídeos, animações, simuladores, imagens, jogos, textos, entre outros itens para auxiliar na aprendizagem. O edital também permite a apresentação de obras somente na versão impressa, para viabilizar a participação das editoras que ainda não dominam as novas tecnologias.

O período para cadastramento e pré-inscrição de obras didáticas vai de 21 de janeiro até 21 de maio de 2013. A etapa seguinte, entrega das obras e da documentação exigida, terá dois períodos. O primeiro, de 3 a 7 de junho, para inscrição e entrega dos livros impressos e documentação. O segundo período, de 5 a 9 de agosto, para entrega dos livros digitais e documentos.

Além dos componentes curriculares já atendidos na última edição do PNLD de ensino médio, a novidade será o livro de arte. Os demais livros são de português, matemática, geografia, história, física, química, biologia, inglês, espanhol, filosofia e sociologia.

A previsão inicial de aquisição para 2015 é de aproximadamente 80 milhões de livros, beneficiando mais de 7 milhões de alunos de 20 mil escolas de ensino médio em todo o país.

Veja aqui o edital completo.

fonte:
texto e imagem: http://www.fnde.gov.br/fnde/sala-de-imprensa/noticias/item/4033-sai-edital-do-pnld-2015-com-previsao-de-obras-digitais
autor: Assessoria de Comunicação Social do FNDE
data: 16 Janeiro 2013

Governo lança programa com 100 mil bolsas para curso virtual de inglês

O governo federal lançou nesta terça-feira (18) o programa Inglês Sem Fronteiras. Ao todo, serão distribuídas 100 mil bolsas de estudo para estudantes universitários que desejam estudar inglês por meio de uma plataforma chamada My English Online. Estão habilitados a receber o curso online todos os alunos que tiveram nota maior de 600 no Enem 2012.

De acordo com o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a tendência é o programa se estender: `O objetivo final do programa é garantir 5 milhões de senhas para serem distribuídas não só para estudantes do nível superior como também para do ensino médio e fundamental`.

A iniciativa é uma tentativa de melhorar a qualidade dos candidatos ao intercâmbio do programa Ciência Sem Fronteiras, lançado em 2011. `Temos uma demanda pelo ensino de inglês aqui no Brasil. Esse é um impacto inclusive do CSF`, diz Mercadante. Para fazer intercâmbio no programa, o estudante tem que passar no TOEFL, prova de proficiência em inglês.

Quem quiser se candidatar ao Inglês Sem Fronteiras terá de fazer um cadastro no Portal Capes e fazer uma prova de nivelamento. As inscrições estarão disponíveis a partir de fevereiro de 2013.

Ensino presencial para universitários

Alunos matriculados nas 23 universidades federais que participam do Inglês Sem Fronteiras também poderão concorrer a vagas de cursos presenciais de inglês. Para tanto, será feito um teste de nivelamento nas próprias instituições. `De início queremos beneficiar 40 mil alunos. Em 2013, queremos ampliar o programa para 70 universidades federais`, diz Mercadante.

Representantes de 10 universidades federais estão organizando como os cursos e provas serão aplicados nas instituições de ensino. Já está definido que as turmas presenciais vão ser de, no máximo, 15 alunos e vão preparar o estudante para os testes de proficiência. Em 2014, o Inglês Sem Fronteiras vai realizar cerca de 500 mil testes do exame.

Cartão para bolsistas é lançado

Além do Inglês Sem Fronteiras, foi lançado um cartão para bolsistas do Ciência Sem Fronteiras. `Vai se tratar de um cartão pré-pago em que o estudante vai ter um limite para sacar mensalmente no exterior`, diz Cesar Borges, vice-presidente do Banco do Brasil. Mercadante completa que sistema vai facilitar envio de dinheiro para os beneficiados: `temos 30 mil bolsistas em cerca de 30 países. Há uma dificuldade em operar em todos esses lugares. Por isso, o cartão facilita`, completou.

Veja também:
Inglês ainda é “funil” para programa Ciência sem Fronteiras, diz representante do Reino Unido

Seu inglês é suficiente para o intercâmbio?

fonte: Edgard Matsuki – UOL Educação – 18/12/2012 – São Paulo, SP
link: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/12/18/governo-lanca-programa-com-100-mil-bolsas-para-curso-virtual-de-ingles.htm

Alunos uruguaios aprendem inglês por videoconferência

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O goberno de Uruguai iniciou as aulas de inglês a distância utilizando entre outros meios os laptops que a maioria das crianças uruguaias possuem pelo chamado Plan Ceibal, um programa semelhante ao ProUCA brasileiro, projeto que visa proporcionar um laptop para cada criança na escola. Neste caso, o “Plan Ceibal en Inglés” é realizado neste primeiro momento com 50 grupos de 20 escolas diferentes e trabalha com professores ministrando vídeoconferências semanais desde o exterior para ensinar inglês. No curso colabora o British Council, que foi a instituição que ganhou a licitação internacional realizada. Os materiais produzidos ficam na nova plataforma de gestão de conteúdos CREA.

Notícia preparada a partir de diversas fontes:
Alumnos de escuelas públicas aprenderán inglés por videoconferencia
Ceibal en inglés. Iniciación a la lengua inglesa para niños y maestros de 4º, 5º y 6º de Primaria
“Ceibal en Inglés” permite que alumnos de escuelas públicas aprendan mejor el idioma
Programa Ceibal en Inglés facilita el conocimiento del idioma a los niños

Brasil perde oportunidades por falta de domínio do inglês, diz especialista

A notícia a continuação trata de forma geral sobre o ensino de inglês no Brasil, mas como dedica uma pequena parte à influença dos cursos online aproveitarei para colocá-la aqui. Surpresa para mim foi saber que já são 73 as franquias de escolas de línguas no país!!

Brasil perde oportunidades por falta de domínio do inglês, diz especialista

Ana Carolina Moreno – Do G1, em São Paulo – G1 Globo.com – 16/07/2012 – Rio de Janeiro, RJ

Apesar de o número de pessoas estudando inglês no Brasil ter crescido, o domínio do idioma ainda deixa a desejar, segundo especialistas e pesquisas na área. `Várias oportunidades foram perdidas pelo Brasil por falta de profissionais com domínio do inglês`, afirma Rone Costa, gerente de desenvolvimento da Cambridge ESOL Examinations no Brasil. `Eram empresas que tinham projetos no país, mas acabaram optando pela Costa Rica e Argentina para levar projetos para lá por falta de mão-de-obra qualificada.`

Em se tratando de fluência, o Brasil atualmente perde para cinco países da América Latina no índice mundial de proficiência em inglês feito pela Education First (EF). Entre 2007 e 2009, mais de 2 milhões de estudantes de inglês de 44 países foram avaliados, e os brasileiros ficaram na 31ª posição, no limite entre as categorias `proficiência baixa` e `proficiência muito baixa`. O Brasil perdeu para Argentina, México, Costa Rica, Guatemala e El Salvador, além de Malásia e Arábia Saudita.

O ensino de inglês no Brasil, porém, está em expansão: entre 2010 e 2011, o faturamento das 73 redes de escolas de idiomas, que já somam 6.215 unidades pelo país, cresceu 11% e chegou a R$ 3,1 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franquias (ABF). O número total é ainda maior, pois os dados excluem escolas que não funcionam como franquias de redes.

A educação em geral vem ocupando cada vez mais espaço no orçamento das famílias. De acordo com a pesquisa do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA), as intenções de gastos da classe C paulista com educação, no segundo trimestre deste ano, foi de 21,8% da renda familiar. A porcentagem superou todos os outros gastos, inclusive a alimentação.

Atendimento aos estrangeiros

Além da inclusão recente de parte da sociedade a serviços antes oferecidos para uma minoria, a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 fizeram do Brasil um palco de eventos internacionais. O mercado de turismo, porém, se deparou com profissionais sem capacitação para receber a quantidade de estrangeiros que deve desembarcar no país nos próximos anos.

Os brasileiros que se inscrevem em programas de intercâmbio para estudar no exterior também sofrem com a defasagem no idioma. A necessidade de ensino é tamanha que o governo federal fechou, em maio, uma parceria com o British Council, ligado ao governo britânico, para a aplicação de mais de 2.000 exames e 40 mil testes de nivelamento gratuitos para alunos com perfil para participarem do Ciência sem Fronteiras, que pretende oferecer, em quatro anos, 100 mil bolsas de estudos em universidades internacionais.

Para a professora Vera Lúcia Cabrera Duarte, coordenadora do curso de letras-inglês da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), embora esses eventos tenham impulsionado o ensino do inglês, nem todos os cursos de idiomas visam à proficiência, e muitas das novidades das escolas de línguas têm como objetivo oferecer um treinamento básico a quem trabalha no setor de serviços.

Desde o fim de 2011, funcionários do Mercado Municipal de São Paulo, um dos principais destinos turísticos da cidade, participam de cursos de inglês desenvolvidos para o atendimento a clientes. (Veja reportagem em vídeo sobre o curso.)

Outro exemplo é o curso Encounters, da editora americana MacMillan, que foi criado especificamente para brasileiros e deve ser lançado em agosto no país. Segundo Paulo Henrique Maia, PhD em linguística americana e coordenador do Centro Yankee, em São Paulo, que testa o método desde abril, o curso já recebeu matrículas de recepcionistas de hotéis, maîtres de restaurantes, taxistas e até enfermeiras.

Maia explica que o Encounters não visa à fluência, mas tem `a expectativa de servir exatamente para o desenrolar de um atendimento` e `é uma medida paliativa para suprir, dentro do pouco período de urgência que nós temos`. O curso foi dividido em quatro módulos e tem um total de 160 horas.

De acordo com Vera Lúcia, os cursos de curta duração não podem ser confundidos com o ensino mais abrangente do idioma para qualquer situação, pois esse domínio exige anos de imersão. `Não é que o `curso-relâmpago` não funciona, mas ele busca um resultado imediato, e às vezes dá conta do recado. Se eu quero ir para fora do país e preciso fazer determinada tarefa com a língua inglesa, eu aprendo aquela tarefa com a língua e dá certo`, explica.

`Mas, para adquirir a fluência no idioma, você vai precisar de um tempo. É uma maturidade de vários anos que você vai ter de acordo com o tempo em que você está mergulhado nessa língua, nessas situações de aprendizagem, em você precisa se comunicar num país estrangeiro.`

Costa, da Cambridge Esol, afirma que a falta de tempo tem feito os brasileiros buscarem cursos de inglês na internet. Mas, apesar de terem o seu papel e serem um importante passo, ele diz que o curso online, `por si só, não basta` ao aprendizado do idioma.

Cursos online

Uma pesquisa da comunidade virtual de aprendizado Bussu, realizada em março deste ano com 45 mil usuários da rede, incluindo 4.600 brasileiros, mostrou que, no Brasil, a falta de tempo e o preço alto são as dificuldades mais citadas pelas pessoas na hora de aprender idiomas. Além disso, 15% das pessoas reclamaram da falta de acesso a falantes nativos da língua. Em outra questão, 28% citaram plataformas online e 22% mencionaram cursos de idiomas fora do país como ferramentas mais eficientes de aprendizado.

Porém, segundo Costa, o nível de aperfeiçoamento depende da exposição do estudante ao idioma e da qualidade das aulas. `Todo contato que a pessoa tem com o idioma é válido, você se aperfeiçoar em uma língua vai da exposição que tem ao idioma. Quanto mais você se expõe, mais rápido aprende`, diz.

O gerente da entidade no Brasil atribui a expansão dos cursos ao momento econômico atual do país. Mas, segundo Costa, ainda é muito pequeno o número de pessoas que têm acesso ao ensino de inglês de alto nível, necessário para aumentar a proficiência dos brasileiros.

Tendências

O futuro do ensino de idiomas tende a ser cada vez mais personalizado às necessidades específicas de cada alunos, segundo um estudo da Fundação Internacional para Pesquisa sobre o Ensino de Língua Inglesa (Tirf, na sigla em inglês) divulgado na última quarta-feira (11) no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo.

Os dados da pesquisa, levantados em 20 países, inclusive no Brasil, apontam para a `crescente especificação e personalização no ensino de inglês`, além do uso de recursos multimídia e ferramentas on-line para complementar o aprendizado e da integração da formação linguística e profissional, no caso de trabalhadores imigrantes.

De acordo com Vera Lúcia, o panorama atual no país deve mudar nos próximos anos por causa da nova cultura adotada pelas faculdades, de formar professores capacitados para ensinar inglês de alto nível para crianças e adolescentes. `Hoje a gente tem consciência cada vez maior de o inglês ser relevante. Não que não era relevante antes, mas agora está sendo enfatizada essa consciência da necessidade de ensinar inglês no ensino fundamental e no médio`, diz.

A disciplina de língua estrangeira já é obrigatória em todas as escolas brasileiras que oferecem a partir do quinto ano do fundamental desde 1996. A diferença das aulas de inglês dadas atualmente nas 69.381 escolas que optaram por oferecer o inglês como língua estrangeira (ou 47,4% do total de 146.241 escolas, segundo o Censo da Educação Básica) é, de acordo com a coordenadora da PUC, fazer com que a aprendizagem não sirva apenas para passar no vestibular, mas` para fazer algo de comunicação real com a língua inglesa`.

Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/07/brasil-perde-oportunidades-por-falta-de-dominio-do-ingles-diz-especialista.html

Chillola.com Vocabulário básico em vários idiomas para crianças

Saber uma língua é muito mais que saber um vocabulário básico, mas no site Chillola.com (http://www.chillola.com) existe a possibilidade para que as crianças pratiquem um léxico básico em várias línguas. Mudar de uma língua para outra é muito fácil e dessa forma poderão comparar a pronuncia em inglês, espanhol, francês, alemão e italiano.

http://www.chillola.com

Para os que já não são crianças, outro site que recomendo é Languaguide.org para conhecer e ouvir ou praticar vocabulário básico em inglês ou espanhol.

Winter Camps, Summer Camps e avaliação de professores de inglês no Chile

Através da seção de educação do jornal chileno La Tercera, ficamos sabendo que cinco mil professores de inglês desse país realizarão, de forma voluntária, uma avaliação de inglês para saber como está o nível de domínio dessa língua. A avaliação está organizada pelo ministério de educação desse país e servirá para orientar os esforços para uma melhor formação desses professores.
Junto com essa notícia aparece outra sobre os Winter Camps para que alunos das escolas municipais possam praticar essa língua em ambiente de imersão e de forma gratuita. Estudantes de pedagogia em inglês, docentes e falantes nativos formam parte do grupo de monitores que atendem os participantes e realizam competições, projetos e brincadeiras diversas em ambiente de imersão na língua inglesa. O mesmo acontece nos Summer Camps, realizados no seguinte período de férias escolares.
Fazer imersão linguística pode ser uma boa alternativa que eu já conhecia na língua espanhola aqui no Brasil apenas com professores, e que eu saiba, nunca tem sido uma prática muito estendida neste país, mas tenho que confessar que não tinha ouvido em projetos desse tipo feitos de forma institucional e gratuita com alunos de escolas públicas.
Poderia ser estudada essa possibilidade para praticar e tomar gosto pelas línguas estrangeiras em horários ou momentos alternativos com nossos alunos? Por quê não?
Veja a notícia original (em espanhol) aqui.

Lyricsgaps. Aprender línguas com música

Não conheço professores de línguas que não utilizem as músicas em suas aulas, de forma mais ou menos regular. Sites como o Youtube são uma fonte importante para ver e escutar canções de artistas conhecidos ou não. Alguns sites utilizam esses vídeos para oferecer outros serviços como mostrar também as letras das canções. Sem dúvida, essa possibilidade é de grande importância, porque a diferença de um filme legendado, o ritmo facilita a memorização do texto poético presente na canção.

Recente soube de um serviço que acrescenta mais possibilidades de trabalho na união da letra com o vídeo da música. Trata-se de Lyricsgaps.com . Com ele é possível praticar a audição de músicas em 14 idiomas: alemão, chinês, coreano, danes, espanhol, francês, grego, holandês, inglês, italiano, japonês, português, romano e russo.

http://es.lyricsgaps.com

Lyricsgaps possui 4 modalidades: Karaokê, Beginner (desplegável com opções), Intermediate (10 espaços para preencher) e Expert (30 espaços para preencher), apresentando exercícios para saber o significado de qualquer palavra clicando acima dela e também com a possibilidade de ler as letras. Cada canção tem um nível de dificuldade diferente.

Você é professor? Lyricsgaps possui uma funcionalidade que permite que você crie seus próprios exercícios. Introduza espaços na parte da canção que precisar e depois poderá compartilhar a atividade com seus alunos. Também poderá ver a pontuação obtida pelos alunos.

Como usuários,  Lyricsgap permite acrescentar exercícios, fazer o download com as práticas em formato pdf, acessar “Meu vocabulário” para ver as palavras utilizadas nos exercícios e também ver a progressão realizada.

Link: http://es.lyricsgaps.com

Nem sempre é necessário praticar dessa forma, pois apenas com assistir o vídeo e ver a letra da canção já é um ganho, sem precisar sempre de ter que fazer o preenchimento de lacunas. Por outro lado, praticar com o karaokê é a parte melhor quando já se teve contato prévio com essa canção, mas todas estas opções podem ser realizadas de acordo com o gosto do aluno. O professor pode, simplesmente, apresentar a música, e deixar que seus alunos pratiquem de acordo com suas preferências no horário fora da aula.

O que você achou de Lyricsgap?

Língua estrangeira é ensinada no celular

A Ezlearn, empresa de tecnologia educacional fundada em 2009, iniciou há cerca de dois meses um curso de inglês e espanhol pelo celular. O conteúdo é passado por SMS, e o tempo do treinamento é de quatro meses. Durante esse período, o aluno responde a perguntas, também por SMS, para avaliar o seu desempenho e possibilitar a adequação do curso conforme o seu nível de aprendizado.

A ideia do projeto surgiu da constatação da crescente aquisição de dispositivos móveis, sendo que um dos públicos que mais consome esses aparelhos no Brasil é a classe C. Com o custo de R$ 0,99 por semana, a capacitação foi desenvolvida justamente para essa parcela da população brasileira. “Há uma demanda muito grande da classe média em se profissionalizar ainda mais com a aproximação de eventos que ocorrerão no país como a Copa do Mundo e as Olimpíadas”, afirma a presidente da Ezlearn, Ana Gabriela Pessoa.

Fonte: tomado parcialmente da notícia “Smartphones e tablets ajudam a alfabetizar jovens e adultos”, Terra educação, 14 de junho de 2012. http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5836946-EI8266,00-Smartphones+e+tablets+ajudam+a+alfabetizar+jovens+e+adultos.html

O curso de inglês online da EVESP

Um vídeo institucional do curso de inglês online da Escola Virtual de Programas Educacionais do Estado de São Paulo (EVESP).

Esse curso começou em março deste ano e agora está com matrículas abertas para o segundo grupo de alunos.

Alunos do Inglês Online aprovam participação no curso

“O curso online é muito interessante, pois a internet já é um ambiente com o qual estamos acostumados”(comentário de uma aluna)

Para projetos com outras escolas

Uma sugestão de plataforma para coordenação de projetos pode ser esta:  E-pals (http://www.epals.com )
E a comunicação/interação pode ser por e-mail, wikis, blogs ou pelo áudio, utilizando, por exemplo, o Skype (http://education.skype.com)

http://www.epals.com

http://education.skype.com

Você tem alguma outra sugestão? Algum relato de experiência para contar sobre projetos colaborativos realizados entre escolas?


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