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Agenda: IV JELT (2017)

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IV JELT – JORNADA DE EDUCAÇÃO, LINGUAGEM E TECNOLOGIA

Data: 23 de Novembro de 2017

Local: IEL/UNICAMP

Tema: Educação Linguística, Mobilidade e Práticas Translíngues

Inscrições: Apresentadores de Pôsteres: 01/08/2017 a 30/09/2017
                      Ouvintes: 01/08/2017 a 31/10/2017

Mais informações: http://www2.iel.unicamp.br/jelt/

“As tecnologias digitais no ensino e aprendizagem de línguas”, uma nova edição temática da revista Veredas

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Já está no ar o volume 20, número 1, da Veredas – Revista de Estudos Linguísticos – (Qualis A2). Esta edição temática aborda “As tecnologias digitais no ensino e aprendizagem de línguas” e foi organizada pelas pesquisadoras Denise Bértoli Braga (UNICAMP), Kátia Cristina do Amaral Tavares (UFRJ) e Patrícia Nora de Souza Ribeiro (UFJF).

Veja os artigos deste número em http://www.ufjf.br/revistaveredas/edicoes/2016-2/v-20-no-1/

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Mudando de tema, tenho que dizer que estou feliz, pois passei mais de um ano e meio sem poder fazer nada neste blog por um problema técnico com a minha autenticação no site.

Nesse intervalo de tempo muitas coisas aconteceram, assim que terei que ir atualizando aos poucos as informações deste blog. Peço desculpas pelo problema, mas vocês não foram esquecidos. Pelo que vejo, me aguarda muito trabalho.

IV Jornada sobre Ensino e Aprendizagem de Línguas em Ambientes Virtuais, FFLCH-USP

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http://jealavusp.wix.com/jealav

1a circular JEALAV 2013.

Alguns dados sobre “filhos 2.0” e “crianças F5” cariocas

Segundo uma pesquisa de Riologia, desenvolvida pela NBS e a Casa 7, 46% dos cariocas entre 13 e 17 anos consideram-se Filhos 2.0.

Para eles, não há diferença entre o real e o virtual. O importante é a experiência. Se algo gera experiência, é real.

Sobre idiomas, eles valorizam metodologias diferentes e mais interativas e, por desejarem resultados rápidos, apostam em viagens como melhor meio para aprender e falar fluentemente.

Os filhos 2.0, assim como todos de sua geração, já nasceram inseridos no universo digital, mas o ambiente de sua casa se mostrou mais propício para vivenciar esse universo, local onde têm liberdade e autonomia: 92,5% acessam a internet. A maioria (75%) acessa a internet através do computador de casa, 16% em lan-house e 9,3% pelo celular.

Eles são muito distanciados dos formatos de propaganda tradicionais: mais conectados do que nunca, tendem a dividir a atenção entre a TV e outras mídias. 88% têm facebook, 52% têm Orkut, 19% têm twitter e 12% têm MSN. 87% se informam pela Tv aberta, 68% pela internet e 45% pelo rádio.

Outras pesquisas são desenvolvidas neste ano de 2013 pela mesma entidade. Entre elas, uma dedicada às conhecidas como crianças da geração F5, que são crianças nascidas entre 2001 e 2007, ou seja, entre  6 e 11 anos, e entre as quais se considera estar o 60% das crianças das classes A e B do Rio dessa faixa etária.

O F5 representa o rápido, o novo, o atual sempre. A atualização é fácil como apertar um botão, diz a diretora de atendimento da NBS, Tatiana Soter, uma das responsáveis pelo estudo.

As cinco Fs que definem as características das crianças da geração F5 são:

full time, estão sempre conectadas;

feed, são estimuladas por diversas fontes de conteúdo;

filtro, selecionam o que é relevante;

foco, se aprofundam nos temas de interesse; e

flexibilidade, capacidade de transitar com facilidade entre os assuntos.

Diferentemente dos primeiros nativos digitais, que tinham uma busca horizontal por conteúdos, a geração F5 transita entre as fontes de informação e se aprofunda nos assuntos de interesse explica Tatiana Soter, da NBS.

De acordo com a pesquisa, as crianças da geração F5 ficam, em média, 2h39m por dia na internet, sendo que 29% delas têm computador próprio e mais da metade (55%), celular. Os meninos se interessam mais por games (34%), enquanto as meninas preferem as redes sociais (24%).

Fiquei na dúvida nos hábitos dessas crianças sobre o aspecto específico do foco, pois  estudos em outros contextos mostram que as crianças podem não ter interesse em aprofundar sobre os temas. Acho que cada um tem sua parte de razão, mas é melhor observar com mais atenção este aspecto em particular que pode ter uma grande importância na preparação de atividades na escola e fora dela.

Para finalizar veja o vídeo sobre os filhos 2.0 que foi preparado pela Riologia.

Fontes consultadas:

– A tecla do momento: crianças da geração F5, O Globo, 13/07/2013. http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/tecnologia/a-tecla-do-momento-criancas-da-geracao-f5-9028179
– O que a Geração A e os Filhos 2.0 têm a dizer: resultados do Riologia, ABERJE, 12/7/2013. http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=9097&EDITORIA=Cap%EDtulo%20Rio

Modelo de WebQuest “Uma notícia, várias versões”

Alguns professores seguidores deste blog comentam que são mais frequentes as postagens de interesse para os professores de inglês que para os professores de espanhol. Na realidade eu tento manter um equilíbrio oferecendo materiais e comentários de interesse  para ambos os grupos, lembrando que este blog nasceu em um curso de especialização sobre uso das TIC para professores de línguas estrangeiras em geral.

Nesta ocasião quero apresentar um webquest modélico em espanhol intitulado Una noticia, muchas versiones, que foi preparado pela fundação Leer.es e a Federación de Asociaciones de Educación de Personas (FAEA).

Este é um webquest que contempla as partes tradicionais: introdução, tarefa, processo, recursos, avaliação, conclusão e créditos.

A guia didática complementa o material.

Digo que é um webquest modélico porque comparar a mesma notícia procedente de diversos meios de comunicação é uma atividade muito produtiva e potencializadora de um letramento informacional e crítico necessário para os estudantes nestes tempos e que pode ser utilizado e adaptado pelos professores de qualquer língua, seja materna ou estrangeira.

webquest-una_noticia_varias_versiones

https://sites.google.com/site/unanoticiavariasversiones

Obras para 2014 chegarão ao aluno com material multimídia

ACS-MEC (7.3.12) – Está aberto até 1º de maio o período de pré-inscrição de obras didáticas para os anos finais do ensino fundamental referentes ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2014. A entrega dos exemplares para avaliação está prevista para o período de 7 a 11 do mesmo mês. As editoras, pela primeira vez, poderão apresentar objetos educacionais digitais complementares aos livros impressos. Esse novo material multimídia, que inclui jogos educativos, simuladores e infográficos animados, será enviado aos alunos com o material impresso.

Os novos livros didáticos trarão também endereços on-line para que os estudantes tenham acesso a material multimídia que complemente o assunto estudado. “O DVD é um recurso adicional para as escolas que ainda não têm internet, além de tornar as aulas mais modernas e interessantes”, diz a coordenadora-geral dos Programas do Livro do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sonia Schwartz.

Como estabelece o Edital nº 6/2011, do FNDE, os livros inscritos pelas editoras passarão por uma seleção. As obras aprovadas integrarão o Guia do Livro Didático 2014, que conterá resumo de cada uma para permitir a professores e diretores a indicação daquelas mais adequadas ao processo pedagógico. Pelas previsões do FNDE, serão adquiridos 93 milhões de exemplares.

O cadastramento das obras pelos detentores de direitos autorais deve ser feito na página do FNDE na internet.

FNDE, 7 de março de 2012

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17563

Trabalho de mestrado defende que Orkut pode ser usado como plataforma para fins educacionais

Organizar uma festa de despedida, anunciar a venda de um objeto, compartilhar vídeos e textos são atividades comuns entre participantes de redes sociais. Mas um grupo de estudantes brasileiros viveu recentemente a experiência de fazer tudo isso usando a língua inglesa – e essa experiência mostrou que redes como o Orkut, projetadas sem pretensões pedagógicas, podem ser boas ferramentas para ensino do idioma.

A conclusão é da professora Helen de Oliveira Faria, que defendeu dissertação de mestrado sobre o tema, na última semana de agosto, junto ao programa de pós-graduação em Estudos Linguísticos, da Faculdade de Letras (Fale) da UFMG. A pesquisadora constatou que o ambiente do Orkut propicia o trabalho colaborativo e, “se bem explorado pedagogicamente, pode oferecer inúmeras oportunidades de aprendizagem”.

Ao compará-lo a plataformas criadas com o objetivo de organizar e prover acesso a serviços educacionais on-line, a pesquisa revela que todos têm potencialidades e limitações. “O fundamental é que o ambiente adotado esteja de acordo com os objetivos do professor e com as necessidades dos aprendizes de um determinado contexto instrucional”, continua Helen Faria.

“O trabalho mostra que a escola não pode ignorar os novos letramentos, isto é, as novas práticas sociais da linguagem”, afirma a orientadora da dissertação, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e Paiva. Segundo ela, as atividades escolares devem incorporar os diversos ambientes por onde transitam os alunos, “que não lidam apenas com livros e revistas, mas interagem com outras ferramentas, incluindo aquelas que foram criadas sem fins pedagógicos, como blogs, chats e redes sociais”.

Rede ampliada
A pesquisa surgiu a partir da experiência realizada por professores de graduação em Letras da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), da qual Helen Faria participou inicialmente como aluna. Com o intuito de verificar as possibilidades didático-pedagógicas oferecidas pelo Orkut para o ensino de línguas ela ministrou na mesma instituição, com a professora Liliane Assis Sade Resende, disciplina on-line baseada em tarefas comunicativas exclusivamente na língua inglesa.

Inseridos na comunidade virtual Interaction through the Internet, criada especialmente para a disciplina, os aprendizes cumpriam atividades semanais postadas pela professora, que incluíam visitas a outras comunidades, redação, publicação e avaliação de resenhas de filmes, anúncios, convites e vídeos. “Constatamos que a condução de disciplinas mediadas pelo Orkut pode ser fator motivador da aprendizagem, uma vez que os estudantes já têm familiaridade com as funcionalidades do ambiente e também devido à possibilidade de interação com falantes da língua inglesa”, afirma a pesquisadora, que cita em seu trabalho os termos “nativos digitais” e “imigrantes digitais”, propostos por Marc Prensky.

O primeiro conceito faz analogia a indivíduos que pertencem desde o nascimento a determinado contexto sociocultural, enquanto o segundo refere-se àqueles que devem se adaptar ao novo ambiente. Helen Faria acrescenta a esses o de “quase-nativos digitais”, para designar pessoas que não cresceram cercadas pelas novas tecnologias, “mas tiveram contato com elas o suficiente e em uma idade de desenvolvimento cognitivo que propiciou a internalização das habilidades necessárias para acompanhar e dominar as constantes atualizações dos artefatos na área”.

Tais conceitos explicam a grande aceitação do ensino por meio das plataformas virtuais e a vantagem desse método sobre outras ferramentas, pois o fato de o usuário dominar o ambiente reduz problemas técnicos e o tempo gasto com treinamentos. “É mais fácil estudar em uma plataforma atrativa e com a qual se tem familiaridade”, comenta Helen Faria.

Dissertação: Socializando e aprendendo: a incorporação da rede social Orkut ao ensino de língua inglesa
Autora: Helen de Oliveira Faria
Orientadora: Vera Lucia Menezes de Oliveira e Paiva
Co-orientadora: Júnia de Carvalho Fidélis Braga
Programa: Pós-graduação em estudos Linguísticos da Fale
Defesa: 30 de agosto de 2010
(Boletim UFMG, edição 1709, 9 de setembro de 2010)
http://www.ufmg.br/online/arquivos/016651.shtml


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